10 de abril de 2014

Vamos ajudar a Fran

Em um mundo onde os bandidos vem tomando conta de toda a cidade, o que pode nos levar a desacreditar no ser humano, ainda acredito na bondade e no amor.
Posso ver diariamente isso no meu trabalho, onde pessoas que não nos conhecem, nos visitam procurando conhecer nossos problemas e nossas necessidade diárias. E assim fazem suas doações.
E é em nome desse amor e respeito ao próximo venho pedir sua ajuda para a minha amiga Fran Ponciano para que juntos possamos vencer mais uma batalha. Entre no site, conheça a história da Fran e colabore.

5 de abril de 2014

Cumprindo tabela

Foto: Infoesporte
Uma pena que hoje não esteja valendo mais nada. Os últimos jogos deram um "up" atrasado, sem nenhum compromisso nos deixando fora de um campeonato muito fácil. Finalistas fraquíssimos - com todo respeito ao adversário.

Agora o que está dando um pouco de animo ao torcedor é a Copa do Brasil, mas é bom não ir com muita sede ao pote nesta torcida. O próximo adversário do Avaí já está definido para a segunda fase é o ASA de Arapiraca, que assim como o Leão garantiu vaga sem jogo de volta. A data não está definida, mas será em Arapiraca. Força na peruca Leão.

Hoje o Avaí enfrenta o Marcílio Dias na Ressacada a partir das 16h para cumprir tabela e terá em campo seus principais jogadores, tendo o treinador Pingo na beira do campo. Todos os caminhos levam a Ressacada pelo menos para mostrar aos jogadores que independente do tempo e da situação estamos todos juntos.

Aproveito para mandar meu abraço ao amigo Beto Melo pelo seu aniversário e agradeço pelo convite para saborear uma deliciosa costela no Bar do Chapecó. Parabéns querido, sucesso e muitas felicidades neste dia.

30 de março de 2014

Juventus x Avaí


Hoje tem Leão em campo e o treinador resolveu mesclar a equipe, tendo poupado alguns dos titulares. Como a situação do Avaí está tranquila - no hexagonal porque campeonato para nós acabou - é bastante compreensiva esta determinação do Pingo.

Dizem por aí, que o treinador está passando confiança e sabe conversar. Sinceramente, não sei se o que trouxe tranquilidade para a equipe foi o treinador ou alguns jogadores resolveram mudar sua postura após a diretoria ter tomado determinadas decisões. Vamos aguardar, pois o futuro dirá se o treinador é bom mesmo ou os jogadores criaram vergonha na cara, o que até agora não tiveram nenhum "pingo".


25 de março de 2014

Gi Severo soltando o verbo

O  meu verbo é intransitivo, é pronominal, é transitivo direto. Exprime um estado ou uma ação que não passa do sujeito. É único e pessoal!
O AVAÍ eu conjugo no subjuntivo. Tem o tempo presente, o pretérito imperfeito e o futuro, que como bom subjuntivo carrega um “se”, um “quê”, um “quando” na conjugação.
Tem torcedor que conjuga no indicativo. Tem presente. Tem defensores do “pretérito perfeito”, do “mais que perfeito”, do “futuro do presente”, do “futuro do pretérito”.
Vivemos a conjugação das formas mais diversas, divertidas e até bizarras.
A turminha do “pretérito perfeito” e do “mais que perfeito” é a que mais me diverte. Um conjuga e a outra meia dúzia – aquela do fundo da sala, sabe? – cola, sem ao menos preocupar-se com a pergunta. Certamente faltaram aulas, muitas aulas. Acharam que a amizade com o “diretor” lhes bastava. Fosse eu a professora repetiriam o ano, os últimos doze, principalmente. Conjugariam só os irregulares à exaustão e em prova oral, sem desculpas.

Nosso presente está um claro resultado do “passado imperfeito”. As deficiências, os equívocos, a humilhação.
E aí, para não conjugar outros tempos do verbo, o cômodo é responsabilizar o grupo de jogadores, desmistificar o melhor aluno do colégio. Como se o jogo não fosse coletivo e não fossem os jogadores frutos também das aulas cabuladas, mas aqui pelo “professor”, que deixou o colégio todo à deriva às vésperas do vestibular, porque também era o “diretor” e licenciou-se sem deixar as notas nos boletins, tampouco delegou que fossem entregues… Não contou com o imprevisto, que deve ser previsto.

Agora, o presente do indicativo tem “novo” diretor. Praticamente escolhido pelo anterior. Um substituto, eu diria. E eu continuo no subjuntivo a querer saber “se” vai ser diferente, “quando” vai ser diferente. Torcendo firme e forte, como tantos outros que não se apegam ao “diretor”, mas ao que a escola se propõe!
No futebol boa vontade não é suficiente. Tal qual o verbo, tem que flexionar em pessoa, número, tempo, modo e principalmente em voz. É preciso ação, estado, fenômeno, ocorrência e desejo.
Fazer o melhor é obrigação de quem assume um cargo e responde pela função a que foi eleito. Não vejo méritos. Os resultados credenciam uma gestão, não esta ou aquela pessoa.
Não é possível dizer que não sabia que as notas não estavam nos boletins…

O AVAÍ é uma instituição de 90 anos. Precisamos de comprometimento e não apenas dos jogadores, mas do conjunto – direção, conselhos, jogadores, torcida. Cada um fazendo seu papel, e o comandante, comandando. Parece óbvio! Mas o verbo presente mostrou que não é.
Aos poucos alguns verbos parecem estar retomando seus tempos e conjugações. A confiança ressurgindo.
E nessa hora alguns têm que ficar em recuperação e outros precisam rodar pra entender que o verbo flexiona em muitos tempos, seja indicativo, seja no subjuntivo.

Eu, como foi no começo dessa história, mantenho a conjugação do verbo AMAR: intransitivo, pronominal, transitivo direto. Exprimo um estado ou uma ação que não passa do sujeito, porque meu verbo é AMAR. Amar meu AVAÍ.
GIANE ANTUNES SEVERO é revisora ortográfica. Graduada em Letras, em Tecnologia de Processos Gerenciais, pós-graduada em Gestão de Pessoas, tem especialização em Administração de Marketing e MBA em Marketing de Serviços.

23 de março de 2014

Evoluímos?

O  Avaí entra em campo daqui a pouco contra o Atlético de Ibirama para confirmar uma impressão que tenho ao acompanhar os últimos jogos: o time está evoluindo. Feita a ressalva de que enfrentou a pior equipe do campeonato, pode-se dizer que o Leão foi muito bem na partida passada contra esse mesmo Atlético, dominando o jogo do início ao fim. Não assisti o duelo anterior, contra o Brusque, mas o relato do amigo Rodrigo Silveira, que foi ao Augusto Bauer, é de que a atuação avaiana foi boa.
Marquinhos foi um dos destaques na vitória passada contra o Atlético. Que repita a boa atuação hoje! (Foto: Jamira Furlani/Avaí F.C.)
~Marcos~ foi um dos destaques na vitória passada contra o Atlético. Que repita a boa atuação hoje! (Foto: Jamira Furlani/Avaí F.C.)
Voltando um pouco mais no tempo, o primeiro tempo contra o Juventus na Ressacada foi ruim. Na segunda etapa, porém, o Avaí melhorou e chegou aos 3 a 0 numa noite em que Héber destacou-se.
Aos poucos, parece que Pingo vai conseguindo implantar sua filosofia, mesmo tendo chegado há pouco tempo. Um dos “sintomas” disso, para mim, foi ver que o time parou de basear seu jogo somente no “lateral-que-vai-à-linha-de-fundo-e-cruza-esperando-que-um-gigante-de-dois-metros-de-altura-cabeceie”, o esquema que muitos comentaristas e torcedores parecem ver como único possível. Vi mais bola no chão, tabelas, jogadas pelo meio e, sim, lateral indo ao fundo, mas fazendo passes e cruzamentos rasteiros e não o tradicional chuveirinho.
Parece, portanto, que evoluímos. Parece que vamos melhorar. Parece que vamos engrenar e parece que não sofreremos com a ameaça de rebaixamento. Parece, parece, parece… O jogo de hoje vai nos indicar se é isso mesmo ou se fui otimista demais.
(obs: bota o Héber de titular, Pingo!)

Parabéns Floripa!


Parabéns Florianópolis pelos seus 288 anos de existência. Ilha da Magia onde somente nós típicos manezinhos conhecemos seus encantos e mistérios. Terrinha acolhedora, que recebe de braços abertos todos que aqui aportam. Uma cidade maravilhosa que nos prestigia e faz com que muitos nos invejem, pois moramos onde eles apenas passam suas férias.

19 de março de 2014

Nem anjo nem demônio

Andei afastada das redes e me dedicando um pouco mais de atenção, afinal como já afirmei certa vez, existe vida além do Avaí. Porém quando retomo a vida “azul” percebo que nada mudou, o papo continua o mesmo quando o assunto é o M10. Há os que o defendem com unhas e dentes, afinal o consideram um ídolo, assim como há os que acreditam que hoje o “Galego” não faz tanta diferença dentro do grupo.
Verdade seja dita, M10 pode sim ter muita lenha para queimar, mas está deixando a desejar, até porque uma andorinha sozinha não faz verão. Por isso mesmo, acho que esse papo já está chato e tenho visto no twitter uma melação de cuecas desnecessária. Que o M10 é um craque ninguém discute, mas o momento é outro, a preocupação deveria ser em discutir como e por onde começar para tornar o Avaí novamente um time que nos traga alegrias.
Os torcedores estão cobrando o que é de direito: desempenho e vergonha na cara. E isso não se limita apenas ao M10, mas a todo o grupo. Porém quando se fala de qualquer outro jogador parece que a cobrança é válida, já quando se trata do Marquinhos o assunto fica proibido, como se o atleta se sobreponha a instituição Avaí Futebol Clube.
Hoje, se eu tivesse que aplaudir alguém, seriam os corajosos torcedores que foram a Brusque assistir mais uma partida que só nos envergonha e entristece. Torcedores que, independente de qualquer dificuldade dentro ou fora das quatro linhas, precisam ser respeitados, pois somos nós torcedores que fazemos com que a paixão não seja interrompida, independente de onde estejamos classificados.
Hoje, mais uma vez, quantos de nós estarão presentes na Ressacada para assistir o jogo contra o Atlético Ibirama, onde não nos serve outro resultado que não a vitória? Que entrem em campo com sangue nos olhos e força nos pés, afinal, já dizia meu avô, futebol é para homens, os que preferem fazer corpo mole devem ficar no bar praticando outro esporte: levantamento de copos.
Montou-se um octógono, onde de um lado temos Avaí e do outro lado M10, tendo para cada lado uma torcida. Uma discussão ridícula, já que o Avaí será sempre maior e superior a qualquer atleta, craque ou ídolo e é ele que devemos defender sempre independente da situação em que esteja. O Avaí tem muito sim que agradecer ao atleta, mas gostaria de ver qual jogador que se diz também torcedor abriria mão do seu salário para ajudar a instituição, e jogaria por amor a camisa.
Ficar batendo na mesma tecla é tapar o sol com a peneira, apontando números que não vão nos tirar do buraco em que nos enfiamos. E antes que digam que sou radical e que não gosto do M10, vou deixar claro que o que me incomoda é ficar longe das redes por quase uma semana e voltar a elas e perceber que o discurso continua o mesmo. Tá chato pra caracas!

9 de março de 2014

Estamos juntos


21 de fevereiro de 2014

Avaí de Guaramirim

Foto: Felipe Silva - "seu Neco"
Com a mão direita agarrada ao alambrado, a mão esquerda no bolso de trás da calça e os olhos verdes fixos para dentro do campo, Manoel Prefeito de Aguiar volta 63 anos no tempo ao observar o time de camisas brancas com detalhes em verde, calções e meias vermelhos fazer aquecimento antes da partida.
- Bate uma saudade. Dá vontade de estar ali em campo – comenta.
Manoel, conhecido como “seu Neco” ou “seu Aguiar”, foi por 20 anos zagueiro (embora tenha não mais que 1,60m de altura) e capitão do clube que ele e um grupo de mais 12 amigos e familiares fundaram em Guaramirim, no Norte de Santa Catarina. Na hora de batizar o time, resolveram homenagear uma equipe de Florianópolis, distante 180km do local onde viviam. Continuar lendo
Nota blogueira: Conheça a história do Avaí de Guaramirim e o emocionante relato do "seu Neco, um homem apaixonado pelo Avaí, mas que nunca viu o Leão entrar em campo, ao vivo, apenas pela televisão. Uma história sensacional.

20 de fevereiro de 2014

Quem tem medo de um Conselho Deliberativo plural?

Poucos sujeitos apreciam a divergência, o debate, a contraposição de ideias. Muitos, aliás, tomam a divergência como ofensa pessoal. O homem, ser presunçoso e déspota por natureza, muitas vezes imagina que sua “boa intenção” – aquela mesma que pavimenta o caminho do inferno – e sua perspectiva de mundo são suficientes para formular ideias inatacáveis. Nos tortuosos caminhos da história humana, aliás, não foram raras as vezes em que indivíduos presunçosos e alegadamente bem intencionados buscaram impor seus ideais aos outros goela abaixo, reputando nociva a expressão de pensamentos divergentes. - Continuar lendo


A verdade sobre endividamento e crescimento do patrimônio do Avaí

Claudio Vicente
Texto interessante de Cláudio Vicente sobre a dívida do Avaí.
"Antes de passar à breve análise do comportamento das dívidas e do patrimônio do Avaí nos últimos anos, é importante ressaltar que iniciei a elaboração deste levantamento sem antever qualquer resultado das análises. Minha única preocupação era de ser absolutamente fiel à situação existente e o mais claro possível para que pudesse ser compreendido, mesmo por pessoas que não tenham um conhecimento mais profundo de gestão.


Importante também deixar claro que já fiz parte da administração do Avaí Futebol Clube, tendo cumprido a missão que a mim foi designada na ocasião. Como conselheiro, funcionário do clube, e agora apenas como sócio-torcedor, meu único compromisso foi e sempre será com o Avaí e seus torcedores. É neste contexto que faço esta análise, tão somente para que possamos juntos pensar nos erros e acertos do passado e no que pode ser corrigido para tornar o Avaí mais forte.
Para a análise me orientei por informações de uso público (os balanços que, por lei, o clube precisa publicar todos os anos), e concentrei-me no período de 2002 a 2012... (Continuar lendo)

18 de fevereiro de 2014

A maré não ajuda

Pescador é aquele sujeito que conhece a natureza, entende o mar, sabe olhar para a lua e ver a maré que vem, quando o dia é bom, traz alimento para a família e ainda garante o sustento da casa com o que consegue vender de peixes.
barcoMeu avô, um nativo e excelente pescador, só saía de casa para pescar quando fazia o checklist. Confiante, saía acreditando que voltaria com o cesto cheio. Porém por vezes retornava sem nada e quando interrogado pela minha avó do porque a pescaria não havia rendido, sempre respondia: “quando a maré não ajuda…”
O futebol está longe de ser uma pescaria, mas de qualquer forma tem sua rotina e muito a ser observado para que o time possa fazer sua parte, estando assim os cestos sempre cheios – pontos na tabela. E a lista de verificação no futebol é muito mais extensa do que a de uma pescaria, envolve muito mais situações a serem analisadas, pois qualquer deslize pode ser fatal – dentro e fora de campo.
No jogo Avaí x Brusque, na quinta passada, o que se viu após mais uma derrota – três consecutivas – foi muita insatisfação e torcedores com gritos de ordem contra jogadores e diretoria. Naquele momento queriam crucificar o “Judas” – cada um tem o seu, pois alguém precisa pagar o pato. Entendo que fica uma sensação de revolta e de impotência, onde nos vemos envolvidos sem saber para onde correr. Porém neste momento me vem a lembrança do processo de eleição em novembro de 2013, onde os que hoje atiram carne às feras foram os mesmos que sequer moveram uma palha pela mudança – sócios que não foram votar.
O sonho de ter jogadores de peso – Cléber Santana, Marquinhos e Eduardo Costa – fez o torcedor acreditar que a mudança estava acontecendo, que teríamos uma equipe imbatível e que todos os nossos problemas acabariam como num passe de mágica (vem aquela musiquinha na cabeça: “Organizações Tabajara”). Porém os problemas do Avaí estavam além de uma simples mudança de gestão. A continuidade se fazia necessária, pois o acúmulo das dívidas ultrapassavam os R$ 40 milhões e somente um presidente que havia acompanhado a gestão anterior seria capaz de colocar a mão no fogo, fazendo-nos crer que a situação estava sob controle. Para isso não foi poupado esforço e nem dinheiro em uma campanha que beirou ao ridículo com suas regras.
As mudanças prometidas não vieram, a pluralidade dentro do Conselho Deliberativo também não. As parcerias e os patrocinadores ficaram esperando para ver até que ponto poderiam apostar no Leão. Os atrasos salariais e as ações trabalhistas começaram a pipocar de forma mais abrangente, mostrando que muito do que se havia especulado eram verdades escondidas até então, por trás dos tijolinhos da Ressacada. O funil foi ficando cada vez mais fino, e já não havia como esconder do torcedor as duras penas que o nosso clube estava passando.
Alguns querem nos fazer crer que a culpa disso tudo é do torcedor que não tem ido ao estádio ou mesmo não estar associado. Porém diante de tantos problemas até mesmo o torcedor mais fanático passou a deixar de acreditar que alguma coisa poderia melhorar e que para apostar seu rico dinheirinho teria que ter em troca ao menos o resultado dentro de campo. E quando falo em resultado não me refiro apenas em vencer o campeonato, pelo contrário, falo em jogar com raça e determinação, como vimos no clássico de domingo. Quem vai ao estádio de futebol espera pelo menos que seu time faça um grande espetáculo, independente de resultado.
O Avaí desde novembro partiu para a pescaria apostando apenas no resultado das eleições e que o fato de que venceu “de lavada” como se ouve por aí, o faria dar continuidade no mundo de Alice, aquele das maravilhas. Acreditou que o resultado era a resposta de que o torcedor daria munição –associando-se – para pagar as contas. Infelizmente a diretoria esqueceu-se do principal: “Em mar que camarão dorme a onda leva” e se não tiver planejamento não adianta vir com o discurso do meu avô pescador, de que o “mar não está para peixe” ou que a “maré não ajuda”. Isso é conversa de pescador e aqui estamos tratando de futebol.

Dois pesos, duas medidas

Foto: Anderson Pinheiro
Dois pesos, duas medidas. Assim está sendo a maneira com que estão querendo fazer crer a maioria das pessoas. Sem querer fazer nenhuma defesa a qualquer jogador avaiano envolvido na confusão de domingo, as imagens deveriam ser analisadas antes de se fazer qualquer julgamento. 

Os jogadores alvinegros bateram e com isso houve o revide, porém o jogador Nem deu um soco por trás na cabeça do jogador avaiano, e bem ao lado estava o árbitro. Porém o árbitro nada mencionou na súmula da partida, relatando apenas como agressão um pisão de Eduardo Costa em Everton Santos que revidou com um chute nas pernas do volante avaiano.

Fonte: globoesporte.com

17 de fevereiro de 2014

Ah, para né ôôô!!!

Arte: Gerson dos Santos
Foi assim que o Avaí superou o Figueirense ontem, 16, as 18h30m no Estádio Orlando Scarpelli. Entrou com raça e com vontade de vencer, mostrando um futebol que não fazia desde o inicio do campeonato. Sem medo de errar, digo que foi sem dúvida a melhor partida do Leão.

Tirando o fato das agressões dentro de campo, o que infelizmente é o que sempre acontece nos clássicos - o que não deveria - a luta pela vitória foi imposta desde o inicio do jogo, dando ao Avaí superioridade em campo. A equipe mostrou que pode fazer mais sempre que quiser. Os jogadores se esforçaram e o resultado veio.

Voltando a agressão, ao que se ouve apenas o Avaí foi culpado pelo tumultuo e fez com que acontecesse toda a confusão. Marquinhos foi sim irresponsável diante da sua agressão ao jogador , mas ali não teve nenhum santinho. Mas como disse o Marquinhos: "Alguém tem que pagar o pato."

13 de fevereiro de 2014

Emerson Nunes está fora

Foto: Cristiano Estrela
O Avaí foi superado pelo Brusque e Emerson Nunes foi demitido. Agora vamos aguardar para saber quem será apresentado na sexta-feira.

Com um amontoado de jogadores perdido dentro de campo, o técnico não mostrou que conseguiria reverter a situação e após seis partidas deixa o cargo.